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domingo, 25 de novembro de 2018

Fizeste-me




Fizeste-me cântico em versos de vidro
na imensidão  do cosmos onde fulgura 
toda a exatidão do belo. Tudo parece

imutável na plenitude serena dos astros
e na ausência visível  do turbilhão
efervescente dos magmas. Mas

tudo é um poema em incandescência.
Deixa-me que me transporte para a
serenidade inalterável da luz das memórias

onde me esperará uma sinfonia de estrelas
na imaterialidade dos Tempos.


Manuela Barroso





15 comentários:

Roselia Bezerra disse...

Boa Tarde, querida amiga Manuela!
"...tudo é um poema em incandescência."
Que verso belo dentro do conjunto lindo e total!
Tenha uma noite de Domingo abençoada e nova semana cheia de paz, amiga!
Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem

Mar Arável disse...

... e assim na imaterialidade do poema
se inscrevem voos
como se fossem pássaros
Bj

Elvira Carvalho disse...

Onde me esperará uma sinfonia de estrelas
na imaterialidade dos Tempos.

Muito bonito Manu.
Abraço e uma boa semana

Toninho disse...

E somos todos esta fragilidade nobre poetisa.
O que fizeste da minha alegria virou versos de uma poesia.
Beleza de construção na elegância poética Manuela.

Linda semana com saúde e paz amiga.
Beijo de paz.

Graça Pires disse...

"A serenidade inalterável da luz das memórias".
Escreves palavras como um grito de amor, com a nitidez do poema a falar de emoções sem sombras…
Belíssimo!
Uma boa semana, minha Amiga Manuela.
Um beijo.

Teresa Almeida disse...

Tuas palavras são faíscas de beleza e melodia. E o poema "em incandescência" transporta-me para outra dimensão. És uma estrela, Manuela!

Beijinhos.

Manuel Luis disse...

Como uma viagem a marte, ver o que a sonda anda a fazer por lá.
Saúde.
Bjs

Lua Azul disse...

que essa sinfonia de estrelas invada de luz, cor e belos sons a sua vida.

Majo Dutra disse...

Leio em cenário uma premente necessidade recorrente
de evasão ao áspero e grosseiro terreno.
Muito belo, querida Amiga.
Abraço terno.
~~~~

Gracita disse...

Um poema em incandescência que nos faz voar na imortalidade do tempo.
Aplaudo-te de pé minha querida
Beijinhos minha querida

Manuel Veiga disse...

Manuela,

um privilégio a leitura deste teu magnifico Poema
raramente se encontrará na literatura portuguesa Poesia tão genuinamente afirmativa de seu desígnio - ou seja, nomear sem dizer e desvendar sem afirmar.

a "exactidão do belo" em ti e na tua Poesia atinge a permanência da absoluta Perfeição,

grato amiga.

beijo

Anas Imtiaz disse...

Love this post.
Regards.
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Quase Cinderela disse...

Adorei o blogue
Já estou a seguir
O poema é lindíssimo
Parabéns!

Convido-a a ler o novo Capítulo de Um Oceano entre nós - IV. Espero que goste.

Beijinho

Suzete Brainer disse...

Manuela,

Neste sentir imenso num bordado de consciência e
transcendência: "Fizeste-me cântico em versos de
vidro na imensidão do cosmos onde fulgura toda
a exatidão do belo."
É esta luminosidade na "exatidão do belo", que
a tua poesia se inscreve e nesta transparência
de alma também, na "serenidade inalterável da
luz das (tuas) memórias", o percurso da tua
arte poética se faz numa harmonia tão perfeita
com as palavras, imagética e estética a nos
proporcionar o encantamento com um sentir
grato diante de uma leitura muito, muito
especial de um poema ímpar e atemporal.
Sinceramente, digo, sem exageros, um dos
melhores poemas que já li (na minha lista
de poemas lidos e guardados na alma, desde
os meus 16 anos, já passei tempo sem escrever
poesia, mas nunca deixei de ler a arte
da Poesia)...
A escolha da imagem linda!
Grata por este momento, minha querida amiga e
admirável poeta.
Beijinhos.

Ana Freire disse...

Viajando no seu universo interior, de profunda inspiração, Manuela!...
Mais um extraordinário momento poético, que foi um prazer imenso, descobrir, e apreciar, por aqui!...
Beijinho! Feliz fim de semana! Finalmente de volta a este cantinho, que os afazeres das últimas semanas, após o meu regresso à blogosfera, ainda não tinham permitido!...
Ana